VÍDEOS LEGAIS DA INTERNET
DISFARCE VEÍCULAR REVOLUCIONÁRIO
DISFARCE VEÍCULAR REVOLUCIONÁRIO
Para comemorar essa marca a GM lançou um modelo exclusivo chamado Silver Star, são 2 mil veículos na cor Verde Silver Star e Azul Silver Star.
Novo tanque de combustível para os carros movidos a álcool, saltando de 65 litros para 84 litros, aumentando assim a autonomia do modelo, já que o projeto pró-álcool estava a pleno vapor.
Ignição eletrônica de série para todos os modelos a álcool e opcional para os movidos a gasolina, é o fim do platinado.
Para os modelos de luxo do opala está disponível a abertura eletrônica do porta-malas, através de um botão situado abaixo do painel e também vinham equipados com os vidros ray-ban ou comumente chamados de dégradé, são dois vidros mais finos (3mm a face interna e 4mm a face externa) com uma lâmina de PVB ao centro, são levados a uma auto-clave onde por pressão e temperatura eles se fundem, essa era uma medida para aumentar a segurança dos passageiros, já que este tipo de vidro não estilhaça e resistem mais ao impacto.
Outro item importante foi agregado ao painel, o odômetro parcial, agora já é possível marcar distâncias através de um marcador de quilômetros rodados, que auxilia o marcador principal.
Shibunga.
Este ano o Fusca comemora 53 anos de Brasil, para comemoração o Fusca Clube do Brasil, fundado em maio de 1985, irá realizar no dia 22 de janeiro de 2012, às 09:00 horas um encontro com cerca de 500 modelos no Shopping Metrópole. Para participar os carros deverão ser refrigerados a ar, os com refrigeração a água terão de ter mais de 20 anos.
No Brasil se tem um carro que podemos chamá-lo de querido é o Fusca. Tanto é que o alemão ganhou um dia no calendário nacional: 20 de janeiro. Na década de 1980 a Volkswagen escolheu esta data para relembrar e comemorar a história e trajetória do veículo no Brasil.
As primeiras unidades chegaram ao Brasil em 1950, desde então seu público fiel e apaixonado não parou de crescer. O Sedan como erá chamado na época, vinha importado da Alemanha. Depois de três anos, o Fusca começou a ser montado aqui, mas utilizando ainda muitos componentes importados, sua primeira fábrica teve inauguração em 1959 na cidade de São Bernado do Campo, no ABC Paulista, marco este também, que seria a primeira fábrica fora de seu país de origem a Alemanha.
O Fusca somou após várias décadas três milhões de exemplares produzidos, com uma grande particularidade no Brasil, sua fabricação foi encerrada em 1986 e 7 anos depois teve seu relançamento em 1993, a pedido do Presidente da República Itamar Franco, o modelo lançado teve a exclusividade de ser movido somente a alcool (etanol), sua nova aposentadoria aconteceria novamente em 1996.
Seu sucesso foi tanto que por 24 anos consecutivos, o Fusca recebeu o título de carro mais vendido no Brasil. Somente no ano passado outro modelo conseguiu superar essa marca: o Gol, que soma 25 anos de liderança de vendas no mercado nacional.
No Brasil seu dia é 20 de janeiro e mundialmente seu dia é 22 de junho, data esta que marca a assinatura do contrato para desenvolvimento do modelo sedan assinado pelo gênio Ferdinand Porsche em 1934.
INFORMATIVO 01 – 2012 – SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA
Passagem de ano, recessos, feriados, férias; bom momento para reorganizar
o escritório, o escaninho, a casa. De acordo com a escritora americana Margaret Moore
- conhecida como “Coach Meg” e uma das autoras do livro acima ilustrado - não é o seu carro, sua bolsa/pasta ou sua casa que devem, primeiramente, ficar livres da desordem. É a sua mente!
Em entrevista, a autora diz que vivemos em um mundo o qual nossa mente não foi feita
para agir. A mente, para trabalhar de forma saudável e criativa, necessita do processo: foco-pausa, foco-pausa, sucessivamente. É o que mostra a neurociência da atenção.
A rotina do homem moderno é estar fazendo várias coisas ao mesmo tempo, como dirigir + falar ao celular + mudar a estação de rádio; digitar + pesquisar em várias guias de páginas + responder o amigo no MSN ou FACEBOOK; assistir ao noticiário da TV + consultar a agenda + falar com a esposa; escutar música + ler livro + assistir TV; lavar roupas + cozinhar alimentos + falar ao telefone e assim por diante…
O resultado disso tudo é que,ao anoitecer, chega a exaustão!
O que fazer então? Ela chama a atenção para a necessidade de esforçar-se para focar, o máximo possível e se permitir a pequenas pausas como apreciar uma foto de quem se ama, dar um caminhada de 5 minutos (no estacionamento ou hall) e respirar profundamente, entre outros exemplos. Sua exemplificação compara a atividade cerebral ideal com a ação de assistir a TV onde há várias pausas (comerciais) para que a atenção volte a se qualificar sobre o programa exibido.
É necessário mostrar ao cérebro a ação que deve ser terminada ou onde está “o ponto de luz” para que ele não fique “saltando” e identificando várias coisas ao mesmo tempo.
O primeiro passo é evitar o estado de caos ao seu redor, pois isso inibe a atividade do córtex pré-frontal, impedindo ações acertadas. Evitar o caos é, primeiramente, acalmar o estado de exaltação (aquele em que você para tudo o que esteja fazendo olha ao redor e sente a necessidade de respirar) dar um tempo a si mesmo, nem que seja por 5 minutos, respirar profundamente e buscar algo de muito positivo dentro de si mesmo como a sensação de olhar uma foto com os amigos ou lembrar do abraço de um filho.
Margaret deixa claro que para aprender a ter qualidade nas atitudes através de melhores definições de foco com uma mente menos estressada, é necessário experimentar qual seja sua melhor maneira de promover suas próprias pausas. ” Cada pessoa tem sua própria fórmula e deve se questionar como administrar suas distrações” – diz a autora.
Revivendo o que foi sugerido na penúltima matéria do ano passado, que tal aprender a se dar pequenas pausas, ao longo do dia, e experimentar a grande diferença que tais pequenas ações irão realizar em sua qualidade de vida?
Maiores informações assista o vídeo (em inglês): http://topics.myfoxboston.com/m/50299229/organize-your-mind.htm
(Fonte: citação direta no texto, Janeiro, 2012.)
Eng.ª de Alimentos Milla Rúbia Carvalho.
CONHEÇA: www.alimentosclinicos.com.br
http://alimentosmagistrais.blogspot.com/

Boa tarde amigos… Um bom carro para se colecionar é o carro de seu sonho!!! O porque comprar uma Corvette 1970 se não é o carro que quero, quem não concorda??? Nos Brasileiros ainda temos entranhados em nossos egos, que coisa boa é o que vem de fora!!! Não concordo, a alguns anos temos noticias de carros nacionais que estão sendo levado para fora de nossas fronteiras, alguns até clandestinamente via Uruguai e Argentina, carros como Kombi que estão sendo levadas para a Australia onde é muito valorizada e a nossa querida Brasilia que já virou objeto de desejo dos Americanos, Prova disso estão nos lançamentos em miniaturas, 1° veio o SP2 lançado em 2010 pela Mattel na linha HOTWEELS, depois foi a vez da Brasilia também para HOTWELLS já como linha 2011, mas o mais surprendente deste interesse nos carros Brasileiros foi o lançamento da nossa Saveiro Cross para linha MATCHBOX 2011, detalhe, a Mattel deixou de nos oferecer a linha MATCHBOX em 2008… Quem quer uma tem que importar por conta propria!
Bom, quem quer uma Corvette 1970 ou qualquer outro ano, basta ter um dinheiro em conta e vontade de abrir mão dele, já um Gol GTI, GTS ou até mesmo um GT de qualquer ano em estado de coleção, não basta querer e ter dinheiro para compra-lo, tirando uma ótima sorte em encontra-los, deve se ter uma sorte maior ainda para que o proprietário queira abrir mão destas reliquias! Assim também já acontece com o Escort XR3, Kadette GSI, Passat e outros mais. Sou apaixonado pelos “quadradinhos” da VW e só eu sei como foi dificil encontrar os que já tenho, hoje são apenas carros que chamo de “classicos” guardados em minha garagem, coberto com capas e cercado de muito carinho, para que eles um dia sejam chamados de antigos e admirados por gerações futuras!!!
Parabéns ao amigo Henrique pelo belo artigo e ao Amigo Mardel pela iniciativa deste SITE. E viva os classicos nacionais!!!
O protótipo (carro conceito) do Puma Chevrolet foi apresentado, em 1972, no Salão do Automóvel, batizado de Puma GTO (Gran Turismo Omolodato) e conhecido popularmente como Puma Opala, tendo o mesmo participado de várias exposições, feiras e salões de automóveis, inclusive na Bélgica.
Foi desenhado por Rino Malzoni com um design tipicamente norte-americano, atraente e agressivo, lembrando os “Musclecars” americanos.
Lateral direita…
…traseira e lateral esquerda do GTB.
O desenho era definitivo, mas o carro ainda deveria ser submetido a vários testes antes do início da produção o que ocorreu somente em 1974.
Também, no Salão do Automóvel de 1974, foi lançado e colocado à venda o Puma GTB (Grã Turismo Brasileiro), trazendo novo nome (sigla), devido à exigência da General Motores, sob a alegação que a sigla anterior (GTO), era similar ao seu modelo Pontiac.
O Puma GTB veio equipado com o motor 6 cilindros, 250-S, câmbio, suspensão dianteira, sistema de freios a disco na frente e tambor atrás, entre outros componentes do GM/Opala. O chassis era próprio tubular, suspensão traseira por feixes de molas, carroceria de fibra de vidro, com a frente longa e a traseira curta, com dois faróis redondos (os mesmos do GM/Opala). Era oferecido em cores metálicas, como o prateado e dourado, possuía vidros verdes, rodas exclusivas da Puma e os pneus inéditos no Mercado nacional, os Pirelli E70.
Internamente, era ideal para duas pessoas, pois o espaço do banco traseiro era muito pequeno para ser utilizado por uma terceira pessoa. O painel de instrumentos era completo, trazia conta-giros, voltímetro e termômetro do óleo, e os bancos e o volante eram esportivos e faziam parte dos itens de série.
A velocidade máxima do GTB era aproximadamente 170km/h e fazia de 0 a 100 Km/h em 12,5 segundos.
Rapidamente, o novo Puma ganhou fama e conquistou muitos admiradores e recebeu o título de um dos automóveis mais caros do Brasil.
Estima-se que a produção do GTB tenha sido em torno de 701 carros.
Frente e lateral direita do GTB/S2.
Em 1979, a Puma lançou o modelo GTB/S2 (Série dois), com novo visual, linhas mais limpas, acabamento mais requintado, forração em couro, vidros elétricos, maior espaço interno, itens de conforto de série: direção hidráulica e ar-condicionado e, no quesito segurança, os inéditos cintos retráteis.
Externamente, as suas principais alterações foram: dois faróis circulares de cada lado, embutidos na grade dianteira preta, com pára-choque na mesma cor da grade, frente mais baixa e traseira mais inclinados, os limpadores de pára-brisa, escondidos sob uma cobertura acima do capô, novas lanternas traseiras, nova localização da luz de placa, emblemas, a janela traseira recebeu desenho descendente e novas rodas de liga leve, de 7 polegadas, utilizando pneus Bf-Goodrich Radial T/A, na medida 225/60R14, fabricados no Brasil.
Na parte mecânica, permaneceu o motor 250-S, tuchos mecânicos, potência de 171 cv, câmbio de quatro marchas, engates curtos, acompanhados do “clic-clac” – característico, também do GM/Opala, alimentado pelo carburador de corpo duplo, suficientes para levar a velocidade final em torno dos 190 Km/h e a aceleração de 0 a 100 Km/h em 11,2 segundos.
Com relação ao título de um dos automóveis mais caros do nosso País, o mesmo estava mantido, para se ter uma idéia a Revista 4 Rodas publicou um teste, na edição de janeiro de 1979, cujo o título era “Impressões ao dirigir da GTB S2” e o preço noticiado pela revista do exemplar testado era de CR$ 384.000,00. Tal importância compraria, à época, 1 Maverick GT (CR$152.470,00) + 1 Passat (CR$ 136.918,00) + 1 Fusca e, ainda sobrava em torno de CR$ 25.000,00. Importante frisar que a referência dos referidos preços também era da tabela trazida na revista 4 Rodas.
O GTB/S2 teve sua produção interrompida pela Puma (fabricante) no final de 1984, ano em que foram fabricados aproximadamente 56 unidades.
No ano de 1987, já sob a administração da empresa Araucária S/A voltou a ser produzido o modelo Puma GTB/S2, que foi lançado com o nome ASA (Araucária S.A.) e trazendo pequenas alterações estéticas, tais como: as maçanetas passaram a ser do Alfa Romeo 2300, espelhos retrovisores do Ford/Del Rey e, internamente, pouquíssimas inovações o que sugeria uma certa desatualização do “novo” GTB/S2 ASA se comparado com o modelo 1984.
Foram fabricados aproximadamente 22 exemplares do modelo GTB/S2 ASA, em 1987.
E, estima-se que, no total, foram fabricadas aproximadamente 888 unidades do Puma GTB/S2, já inclusos os GTB/S2 ASA.
Em 1988 foi relançado pela Alfa Metais e passou a se chamar Puma AMV e sofreu as seguintes modificações: a dianteira ficou mais baixa, rodas de liga leve utilizando pneus 205/60 e os pára-choques eram envolventes.
Internamente, novo painel de instrumentos (semi-envolvente), rádio toca-fitas digital com antena elétrica e os “novos” bancos Recaro, também revestidos em couro.
Na parte mecânica, sofreu modificações nos freios com a utilização da válvula equalizadora que otimizou o funcionamento do sistema, barra estabilizadora Panhardt e o motor continuou sendo do GM/Opala, o 6 cilindros em linha, 4.100 cilindradas, assim seu desempenho chegou a 175 Km/h e a aceleração de 0 a 100 Km/h na marca de 10,84 segundos.
No modelo lançado em 1990, do AMV, internamente, foram alterados o botão de acionamento dos vidros elétricos e o volante.
Foram fabricadas estimativamente 148 unidades do modelo AMV.
Assim, o GTB, o GTB/S2 e o AMV foram os modelos fabricados do esportivo Puma na fase Chevrolet, com as marcantes características descritas acima, diferenciadas para a época.
Abraço a todos, e até a próxima…
Fontes de consulta: Livros, enciclopédias, periódicos, revistas e artigos publicados na Internet.
Nome: Fernando Paveloski
Idade: 36
Naturalidade: São Paulo – SP
Onde Reside: Pato Branco – PR
Profissão: Restaurador Automotivo www.placapreta.com
1- BGM – Qual é o seu carro antigo preferido?
Tenho uma lista que passa dos 50 carros. Mas classificaria assim, sem ordem de importância.
USA – 1959 Cadillac Eldorado Biarritz, acho que simbolizou não apenas topo de linha da marca, mas foi o auge de uma época que começou no pós guerra em 1946.
Europa –Mercedes Benz SL – R107 , que foi a mais longínqua carroceria utilizada pela MB em todos os tempos indo de 1972 a 1989. Era moderníssima quando foi lançada e ainda atual quando foi encerrada a sua produção.
Nacional – Eu gostaria de ter um Brasinca Uirapuru, eu acho um clássico internacional.
Asiático – 1969 Nissan/ Dat Sun 240Z – Uma alternativa inteligente aos “Muscle Cars”.
2- BGM – Quando criança, qual era sua relação com o carro?
Total desde sempre, a única coisa que queria na vida era trabalhar com carros, ou vendendo ou arrumando. Eu queria trabalhar com carros de qualquer jeito.
Eu tinha mania de olhar dentro dos carros estacionados na rua para ver o interior e “quanto corria”, na minha cabeça a velocidade máxima do carro era o que marcava o final do velocímetro. Mas eu não entendia uma coisa se o Puma tinha motor de fusca como o meu pai dizia, porque ele “corria” a 220 km/h e o Fusca só 140, que era o que marcava o nosso fusca.
Eu com 10 anos já era leitor assíduo da revista 4 Rodas.
Ainda guardo o carro que me buscou na maternidade, um Fusca 1974 Amarelo Safari, único dono, meu avó..
3- BGM - Qual carro mais marcou sua infância, adolescência e juventude
A minha infância foi marcada pelo diferente, pelo importados da década de 70 e principalmente pelos “Fora-de-série” nacionais. Na adolescência eu gostava muitos dos esportivos nacionais sendo o preferido o Escort Xr3. Na minha juventude já tinha interesse por carros antigos, o que mais me fascinava era o DKW/Vemag, por ser diferente e um carro pouco valorizado.
4- BGM – Com que idade aprendeu a dirigir, qual carro e de quem era?
Eu aprendi andar de moto antes do dirigir carros, mas com isso com 14 para 15 anos, não sei precisar qual o foi o primeiro carro, não tenho esta lembrança especifica, mas eram os que tinham em casa , linha BX da Volks dos anos 90, GOL, Voyage e Parati. O primeiro antigo eu lembro foi em 1994, foi em um 1961 Ford Fairlane 4 doors.
5- BGM – Qual foi seu primeiro carro, que idade tinha? Fale um pouco dele.
Eu ganhei do meu pai uma Pampa 1.8 S 1992/93 OKM quando fiz 18 anos. Rodei 58 mil kms com ela conheci grande parte do sudeste e sul do Brasil.
7- BGM – Conte algum fato a bordo de um carro que marcou sua vida.
Viagem de SP capital a Nova Petropolis – RS, acho que em foi 2002, de 1967 DKW Bel Car, que foi e voltou como se fosse um carro novo, em todo posto que eu parava, as pessoas perguntam se eu vinha de SP mesmo e para onde eu estava indo.
7- BGM – Que carro atual de uso diário você tem e o que acha dele?
Hoje eu não tenho “um” carro de uso diário, utilizo moto, uma XT660. Quando preciso ir a algum lugar uso um dos meus antigos mesmo. Mas idealizo o carro de uso diário, como sendo pratico e de manutenção barata. Talvez volte a um Corolla completo pois a mecânica é robusta e de fácil revenda.
8- BGM – Como vê o movimento do Antigomobilismo no Brasil?
Acompanho desde 1999, acho que mudou tudo de lá para cá. E foi o aparecimento da internet que proporcionou isso. Uma coisa que eu acho muito banaca hoje são os “fóruns” de modelos específicos, que trazem absolutamente tudo de determinado modelo, sendo o melhor guia de compra e manutenção que pode existir, porque são donos de carros falando das próprias experiências.
Hoje temos quase um clube ou um grupo de antigomobilistas por cidade, e também já é visto como hobby e lazer, coisa que na década de 90 nós tínhamos que explicar porque tínhamos carros antigos .E é cíclico os carros mais desejados são os de 40 anos de uso. Estamos entrando na década de 70. Já tivemos o auge das décadas de 20,30,40,50. No começo dos anos 90 Bel Air 55,56,57 eram os hits do momento.
9- BGM – Participa de algum clube de veiculo antigo? Fale um pouco dele.
Sou um dos fundadores do Clube do DKW de SP “Três Cilindro” em 2001, participei da FBVA com o saudoso José Aurélio Affonso até 2005. E desde o ano passado sou presidente do “Clube de Veículos Antigos de Pato Branco “ no Sudoeste do Paraná, cidade onde resido e matenho os meus negócios.
10- BGM – Deixe uma mensagem aos amigos antigomobilistas e leitores deste Blog!
Fico muito feliz de participar desta seção que já venho acompanhando a algum tempo. O Mardel dispensa comentários, tem um gosto e conhecimento apuradíssimo para carro e transmite isso através do seu blog.
Tenha um carro que te marcou, ele te levará ao passado te trazendo lembranças e sentimentos. O apresentador e colecionador Jay Leno citou uma vez “Seria como entrar dentro de uma foto antiga e poder funcionar ela”
É um hobby fascinante, proporciona momentos de lazer e entretenimento para a família inteira. Isso sem contar que estamos preservando algo, preservando o maior ícone do século XX “O automóvel”.
ABAIXO FOTOS DOS CARROS DO FERNANDO