VEÍCULOS ROUBADOS

FOI ROUBADO !!!

 

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Foi roubado no dia 23 de maio de 2013, na cidade do Rio de Janeiro – RJ, local Avenida Ayrton Senna na parte da tarde, o veículo Opala Diplomata 1988, placa LJX-2135, cor marrom metálico com o interior marrom. Quem souber do paradeiro ou alguma informação, fazer contato pelo fone:

 (21) 9916-8089, falar com o Júnior.

 

VAMOS TODOS COLABORAREM NA LOCALIZAÇÃO DE MAIS ESTE ANTIGO!

 

 

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05 2013

ESPAÇO VOLKSWAGEN

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Propaganda do primeiro verdadeiro esportivo nacional de série no Brasil, se diferenciava em tudo dos demais modelos da linha, principalmente na cilindrada e cavalaria do motor, como era bom acelerar um Gol GT!!!

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05 2013

SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

INFORMATIVO 05– 2013 – SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

CONHECENDO O AUTISMO

 

Ao longo de meu trabalho, realizando o desenvolvimento de alimentos para fins especiais de saúde, pude ter o privilégio de conhecer algumas mães de Autistas. Elas me apresentaram esse universo tão amplo e revelador, que me trouxe muito conhecimento e amplificou minha capacidade perceptiva frente à individualidade de tratamento. Multipliquei minha acuidade analítica, respeitando os padrões bioquímicos específicos de cada um, tão marcadamente notados nas crianças Autistas. Essas crianças precisam de você. Entender o problema muda sua postura frente as opiniões e condutas alheias e contribui com a melhoria da qualidade de vida das famílias de Autistas e com tratamentos adequados para esses seres sensíveis e carentes de entendimento.

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O autismo é um transtorno definido por alterações presentes antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação.

O autismo é uma inadequacidade no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. É encontrado em todo o mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social. Não se conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas crianças, que possa causar a doença.

Segundo a ASA, os sintomas são causados por disfunções físicas do cérebro, verificados pela anamnese ou presentes no exame ou entrevista com o indivíduo. Incluem:

1. Distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e lingüísticas.

2. Reações anormais às sensações. As funções ou áreas mais afetadas são: visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo.

3. Fala e linguagem ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar, presentes ou não. Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de idéias. Uso de palavras sem associação com o significado.

4. Relacionamento anormal com os objetivos, eventos e pessoas. Respostas não apropriadas a adultos e crianças. Objetos e brinquedos não usados de maneira devida.

Fonte: Gauderer, E. Christian. Autismo e outros atrasos do desenvolvimento: guia prático para pais e profissionais. Rio de Janeiro: Revinter; 1997. pg 3.(www.autismo.com.br)

 

Conhecer para transformar. Obrigada pela sua valiosa atenção.

 

Eng.ª de Alimentos Milla Rúbia Carvalho.

 

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CONHEÇA:  www.alimentosclinicos.com.br

http://alimentosmagistrais.blogspot.com/

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05 2013

FOTO DA SEMANA

FIAT 147 C

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Parabéns ao proprietário pelo excelente modelo.

BOA SEMANA  A TODOS!!!

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05 2013

ESPAÇO CLÁUDIO LUGON – BRASÍLIA – DF

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                    No início do ano de 1983, tive a honra, o prazer e o privilégio de ganhar de presente dos meus Queridos Pais Elza e José Roberto o meu primeiro carro Zero/km, pelo fato de ter completado os meus tão esperados 18 anos de idade. Tratava-se de um Chevette hatchback, na requintada versão SL. O carro era jovial e atendia perfeitamente às minhas necessidades. Contudo, as inquietações próprias da juventude (idade) acabavam por pedir uma personalização (equipada) a mais, assim sendo, o mesmo recebeu jogo de rodas de liga-leve, um toque (rebaixada) na suspensão, pintura dos frisos das molduras dos vidros e dos emblemas, na cor preta e som de qualidade sem grandes exageros.

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                    Em 1985, já com os meus próprios recursos financeiros resolvi adquirir o esportivo Gol GT 1.8, modelo que havia sido lançado pela Volkswagen, em 1984. O carro era um show em termos de apelo de esportividade e inovação! Internamente tinha o painel de instrumentos completo (trazia, inclusive conta-giros e vacuômetro) com grafia vermelha, bancos recaro com laterais envolventes e ajuste do apoio das coxas, console com relógio digital, volante de 4 raios (o mesmo do VW/Passat TS); externamente tinha todos os frisos pretos, rodas de alumínio 14 polegadas, com pneus 185/60 (os famosos P6 da Pirelli), conjunto de adesivos nas laterais com o nome “GT 1.8” e em toda área inferior do vidro traseiro trazia a inscrição “GT” serigrafada em branco, jogo de faróis auxiliares (neblina e milha) e vinha equipado com potente motor AP800S (o mesmo do VW/Santana), com o apimentado comando de válvulas do VW/Golf GTI alemão e saída dupla do escapamento. Mas, apesar desse fantástico conjunto de equipamentos e acessórios, ainda assim, acabei dando uma rebaixada na suspensão dianteira e traseira, e instalei o som.  

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                    No ano de 1988, voltei para a linha GM/Chevette, dessa vez comprando a versão mais simples, agora denominada de SL 1.6 S, e assim que recebi o carro na concessionária fiz, de imediato todo interior (bancos e laterais) com a forração do luxuoso GM/Opala Diplomata/87, trocando, inclusive, todo o carpete e as forrações antirruídos – O som de alta qualidade era da renomada Pioneer; externamente frisos e emblemas pintados de preto, jogo de rodas de liga-leve, 14 polegadas e suspensão rebaixada.

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                   Em 1989, comprei uma VW/Parati GL 1.6, na cor azul stratos, Zero/km. E, dentro da própria concessionária autorizei a substituição do jogo dos vidros e do pará-brisa, instalando vidros verdes, pará-brisa degradê e a instalação dos faróis de neblina originais/VW, os emblemas foram pintados de preto. Como de praxe o som foi instalado, bem como rodas 14 polegadas – modelo Ferrari e a suspensão também foi levemente rebaixada, proporcionando ares de um automóvel mais esportivo e jovial.

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                   Em 1992, comprei um VW/Fusca 1600, ano 1985, e equipei ao meu gosto, para não dizer que fiz “de fio a pavio”, a bela instalação dos piscas no pára-choque e a montagem dos borrachões (dianteiro e traseiro) foram realizadas pelo dono anterior, o amigo Márcio Gurgel. No que se refere à motorização recebeu uma preparação (cabeçotes, comando de válvulas e carburação trabalhada) e ficou mais forte do que a original.

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                   Na foto meu Fusca e, de quebra, a minha velha e boa Moto 750-Four, ano 1974, que ficou conhecida popularmente como a robusta “sete-galo”.

                   Enfim, estes foram alguns dos modelos que tive a oportunidade de possuir, e que marcaram a minha juventude, com destaque para a prazerosa arte de equipar e/ou personalizar os exemplares fabricados na década de 80, uma fase da vida em que o diferente fazia a diferença.

                    Abraço a todos, e até a próxima…

                    Cláudio Lugon.

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05 2013

O AUTO E VOCÊ

BLOG GARAGEM DO MÁRDEL PERGUNTA

AO AMIGO

 

Nome: Francisco José do Prado Pizarro Júnior  

Idade: 33

Naturalidade: Belo Horizonte

Onde Reside: Belo Horizonte

Profissão: Gerente de Pós Vendas

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 1- BGM – Qual é o seu carro antigo preferido?

 Sem dúvidas, o VW Fusca!

 2- BGM – Quando criança, qual era sua relação com o carro?

Sempre tive desde pequeno uma paixão por carros. Lembro que aos 5 anos de idade, quando ia na loja de aviamentos com minha mãe, e sempre ganhava uma Kombinha de plástico da Telesp.. sempre fui apaixonado por Volkswagen.

 3- BGM - Qual carro mais marcou sua infância, adolescência e juventude?

Os carros que mais marcaram minha infância, foram o Fusca de minha tia Eluísa de Pouso Alegre, e os carros do meu pai, um Corcel II GT 78, uma Marajó 82 e um Monza 89, este sim, uma carrão para a época.

 4- BGM – Com que idade aprendeu a dirigir, qual carro e de quem era?

Aprendi a dirigir com 17 anos, bem tarde para quem é apaixonado por carros. Meu pai sempre foi rígido sobre emprestar carro sem carteira, então as únicas oportunidades que tive, foi ao lado dele no Monza 89. O carro que tirei carteira, foi um Palio 16V 1996.

 5- BGM – Qual foi seu primeiro carro, que idade tinha? Fale um pouco dele.

Meu primeiro carro foi um Fusca 1979, Branco Paina, com 19 anos. Comprei este carro com a ajuda do meu pai. Ainda era estagiário, trabalhava na Siemens do Brasil, e contei com a ajuda dele para me “financiar” o carro em 6 prestações. Fiquei com ele por dois anos, e durante este tempo, comecei a apaixonar de vez pelo modelo da Volkswagen. Um carro de manutenção barata e valente, que somente me deixou na mão uma vez, em pleno centro de BH, quando o cabo do acelerador arrebentou. Após este episódio, muitas viagens a eventos, e muitas alegrias a bordo do carrinho.

 6- BGM – Conte algum fato a bordo de um carro que marcou sua vida.

Não tenho uma fato específico que marcou a minha vida dentro de uma carro, mas com certeza, todas as viagens que faço, principalmente com um Fusca, são marcantes para mim. Destaco a viagem feita a Poços de Caldas, Mogi das Cruzes, São Paulo. Foram 1600 km rodados em um Fusca com motor 1800.. esta sim… com muita emoção!!!

 7- BGM – Que carro atual de uso diário você tem e o que acha dele?

Tenho um VW New Beetle 2008 e um Gol 2013. Acho o Beetle sensacional. Um carro superconfortável, econômico e de manutenção barata. É bem mais completo e seguro que muito carro novo que está no mercado, além de trazer o estilo retrô do Fusca. O Gol me atende para viagens a trabalho, bem econômico e confortável.

 8- BGM – Como vê o movimento do Antigomobilismo no Brasil?

Vejo o movimento em crescimento, com excelentes eventos a nível nacional. Um pena não poder visitar todos, porque, são nestes eventos, que descansamos a cabeça.

 9- BGM – Participa de algum clube de veiculo antigo? Fale um pouco dele.

Sim. Participo do Volksporsche, Fusca Clube de Mogi, Portal do Fusca de BH e Clube do Fusca de BH.

 10- BGM – Deixe uma mensagem aos amigos antigomobilistas e leitores deste Blog!

Que todos os amigos continuem a conservar seus autos, e passem para as próximas gerações da família. É muito importante continuarmos a manter a paixão dos carros para as novas gerações que estão chegando.

ABAIXO  FOTOS DOS CARROS DO FRANCISCO

bizorrao e ocre

meu 75 bege alabastro

meu ex US com motor 1800

meu itamar atual

meu beetle

 

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05 2013

ESPAÇO HENRIQUE MORAES – TERESÓPOLIS – RJ

PRODUZINDO EVENTOS DE ANTIGOMOBILISMO COM SUCESSO, OU MELHOR, COM VALOR.

 

                Resolvi falar um pouco mais sobre as exposições, pois o tema é muito interessante e teve uma boa repercussão perante os amigos leitores. Como disse anteriormente, frequento rotineiramente as exposições de automóveis antigos e, consequentemente, tenho alguma experiência sobre o assunto. Abordei da última vez alguns pontos sobre visitantes e alguns outros a respeito dos expositores. Ambos com grande importância neste cenário. Posso garantir que o sucesso do evento passa por esta via e, com certeza, não acontecerá sem que haja uma sintonia afinada entre as partes.

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                Desta vez, darei foco aos produtores de eventos, que com muito boa vontade, ou não, se aventuram nesta seara de muita responsabilidade. Responsabilidade sim, pois, o ponto de equilíbrio, o centro de gravidade dos eventos, passa pela organização e planejamento. Alguns pontos são cruciais e vitais para que os eventos de carros antigos sejam alvejados pelo sucesso, sendo chancelados pelo reconhecimento de todos.

               Devemos enxergar uma exposição como uma festa, sendo os organizadores os anfitriões. Sabemos que o bom anfitrião é aquele que recebe seus convidados primeiramente de forma respeitosa. Em seguida vem à competência denotada pela concepção de um bom projeto e, posteriormente pela excelência em executar. Pela visão prática da coisa, diria que receber bem os convidados numa exposição de carros antigos significa colocar à disposição de todos os envolvidos uma estrutura no mínimo digna.

              Essencialmente um bom evento se faz com bons carros, expositores simpáticos e público educado, além de interessado. Mas, um excelente evento precisa do colorido energizante da produção. Para produzir um excelente evento não são necessários altos investimentos e aportes financeiros elevados, pois conhecemos diversos eventos, inclusive beneficentes, apenas com fins de filantropia que são sempre sinônimos de sucesso.

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            Lógico que não se faz nada sem o famoso dinheiro, sem o apoio das empresas privadas e, certamente, com a ajuda de infraestrutura do poder público. Um evento bem organizado necessita dar segurança aos participantes. Os carros precisam ficar expostos em locais apropriados. Deve sempre existir cordões ou fitas de isolamento, onde o público não consiga tocar os carros expostos, a não ser que sejam autorizados pelos proprietários.

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            Dizemos sempre que o antigomobilismo é extremamente familiar e acreditando nisto, acho fundamental pensarmos no acolhimento competente destas famílias. Como produzir um bom evento sem pensar em bons e suficientes banheiros e locais apropriados para uma boa alimentação?

           Conheço diversos locais onde os eventos são produzidos com muita simplicidade, porém, com muita competência e simpatia. Todos os expositores quando chegam recebem um seja bem vindo do “fundo do coração” e ao saírem, um muito obrigado digno de voltar sempre que possível. Dou sempre o exemplo da exposição do grupo AVA-JF, comandado pelo Jorge “Borboleta”, pessoa reconhecida por todos, simples nas suas atitudes, mas um verdadeiro anfitrião. Considero que este evento de Juiz de Fora é um exemplo de sucesso. O sucesso que muitos procuram, mas somente os competentes conquistam.

           Sendo assim, aconselho as pessoas que pretendem produzir e organizar eventos de automóveis antigos a pensarem sempre nestes itens, pois a não observância destes fatores será letal.

           Exposição de carros antigos deveria ser sempre local de pessoas de boa vontade, que colocam suas competências e tempo a serviço do bom andamento da festa. O bom anfitrião não usa a sua festa para promoção pessoal. Recebe seus convidados como amigos, além de amealhar novas amizades.

           O segredo do sucesso está no valor que o evento produz para as pessoas envolvidas no processo e para as cidades. Qualquer evento cultural é de suma importância para o crescimento de uma cidade, consequentemente para a nação. O evento de carros antigos faz parte do calendário cultural da região.

           “Gostar significa voltar, mas antes precisamos entender o significado de nunca mais voltar, exatamente por não gostar”. Se fosse fácil qualquer um faria! Produzir eventos não é para qualquer pessoa, assim como não é para qualquer lugar. Vamos pensar? Espero que entendam o meu humilde recado. Uma mensagem de quem já sofreu na carne!

            Saudações a todos!

            Henrique Moraes

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05 2013

FOTO DA SEMANA

CHEVROLET CALIBRA ANO 1994

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Parabéns ao proprietário pelo excelente carro.

BOA SEMANA A TODOS!!!

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05 2013

CURIOSIDADE

ACERVO MILIONÁRIO DE RALPH LAUREN

 

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Para os fãs do estilista Ralph Lauren, fica a dica para visitação a sua coleção de autos antigos, entre eles um raro Bugatti 57 Atlantic, de 1938, foram produzidos apenas 4 unidades sendo que se tem o paradeiro de apenas dois, um deles de Ralph, o outro foi comercializado tempos atrás por 30 milhões de dolares.

Para acesso ao  acervo milionário digite  www.ralphlaurencarcollection.com  , lá se encontra os dados dos carros, bem como  se pode ouvir o barulho do motor de alguns deles em alta definição.

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05 2013

FOTO DA SEMANA

VOLKSWAGEN FUSCA 1600 ANO 1984

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Parabéns ao proprietário.

BOA SEMANA A TODOS!!!

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05 2013

CONVITE ENCONTRO DE AUTOS ANTIGOS

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Acontecerá dias 18 e 19 de maio de 2013, na cidade de Boituva – SP, o 10º Encontro de Veículos Antigos.

Maiores informações: Telefones (15) 9132-2326 e (15) 9781-3842.

PARTICIPEM!!!

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05 2013

MEMORIAL AYRTON SENNA

SENNA SEMPRE SENNA

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05 2013

PERDIDOS NO TEMPO

FORD BELINA ANO 1990

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Muito difícil de se ver nos dias de hoje, o Ford Belina será um raro colecionável. Lamentável o estado do modelo da foto!

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05 2013

CONVITE ENCONTRO DE AUTOS ANTIGOS

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Acontecerá dia 05 de maio de 2013, o 4º Encontro de Opala de Campo Alegre  SC.

Maiores Informações: www.opalerossbs.com.br

PARTICIPEM!!!

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ÁGUAS DE LINDÓIA 2013

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Esta chegando a hora, vamos preparar as malas e as histórias, Águas de Lindóia nos espera!!!

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05 2013

MARCAS E SIGNIFICADOS

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O losango parecido com um diamante  foi adotado em 1925, para sugerir  sofisticação e prestígio. Desde então, teve quatro mudanças de visual. O primeiro símbolo, de 1898, eram dois “R”, em homenagem aos irmãos Louis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa. 

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04 2013

FOTO DA SEMANA

VOLKSWAGEN SANTANA SPORT 1993

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Parabéns ao proprietário pelo belo carro.

BOA SEMANA A TODOS!!!

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04 2013

GRANDES BRASILEIROS

CHEVROLET MARAJÓ SL ANO 1980

 

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Derivada da linha Chevette, a Marajó lançada em setembro de 1980 como modelo 1981, veio trazer ao público comprador da Chevrolet, um carro familiar para a classe média brasileira.

Sua mecânica já veio consagrada pela linha Chevette, assim sendo era equipada com motor 1.4 cilindradas de 61 cavalos, este motor proporcionava acelerações de 0-100 km/h em 19,61 segundos e  atingia a  velocidade máxima final de 147 km/h, no motor alimentado por gasolina. O consumo médio cidade/estrada era de 12,07 km/l.

Vinha equipada com câmbio de 4 marchas para frente e ré, sua relação de diferencial era de 4,100:1 e tinha a tração traseira.

Os freios eram a disco nas rodas dianteiras e a tambor nas rodas traseiras com acionamento hidráulico com sevofreio (opcional). Sua suspensão era dianteira independente com molas helicoidais e na traseira tinha eixo rigido com molas helicoidais e mais  barra estabilizadora. Podia vir equipada com rodas de ferro ou de alumínio com aro de 13 polegadas e tala de 5,5 polegadas, podendo ser equipada com pneus 175/70 SR 13 Radiais.

O acabamento interior era de boa qualidade, vinha equipada com bancos de encosto alto e reclináveis, relógio analógico, ventilação forçada com ar quente opcional. A posição do motorista era boa, apenas  o volante com inclinação para o lado esquerdo  provocava algumas reclamações.

Sua capacidade de carga era o ponto alto para a decisão de compra por uma família, sendo 469 litros com assento em posição normal e  1.247 litros com o banco posterior abaixado.

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A parte externa vinha com bom acabamento, contendo frisos em torno das janelas laterais, vidros dianteiros e traseiros, faixas abaixo da cintura com aplique determinando a versão SL, parachoques cromados com borrachas e batentes de proteção, retrovisor externo do lado direito  e como opcional  poderia vir com rodas de alumínio e pneus radiais.

Seus concorrentes em preços:

Chevrolet Marajó –  Cr$ 342.768,00; Fiat Panorama  – Cr$ 349.350,00;  Ford Belina  – Cr$ 443.52,00; Volkswagen Variant II– Cr$ 337.726,00.

 

 

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04 2013

CONVITE ENCONTRO DE AUTOS ANTIGOS

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Acontecerá amnhã dia 27 de abril de 2013, o IV Rally de Veículos Antigos do Veteran Car Club de Criciúma – SC.

Maiores informações: mazinho@engenplus.com.br

PARTICIPEM!!!

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04 2013

ESPAÇO SHIBUNGA – OSASCO – SP

Opala Summer     

 

O Opala summer foi uma criação da concessionária Dipave de Curitiba, lá pelos anos de 1981/82, adotando a mesma solução do modelo Cabriolet do Opel Rekord.

A partir de um modelo coupê eram removidas a capota e a estrutura do porta-malas, adaptando ali a estrutura do porta-malas do Sedan, onde a tampa do porta-malas era mais baixa e plana, o encosto do banco traseiro teve suas dimensões reduzidas, pois nas duas extremidades agora ficam os braços da estrutura da armação da capota de lona.

Ainda não tenho notícias de como foi feito o reforço da estrutura do monobloco para a remoção da capota, acredito que deve ter um reforço nas caixas de ar e na área abaixo do banco traseiro para garantir a rigidez do monobloco.

A idéia deu certo e já no primeiro ano foram 12 veículos produzidos a um custo de Cr$ 600.000,00 e com 45 dias de prazo para a entrega. Mesmo com todas essas alterações de estrutura o opala ainda mantinha a garantia da fábrica.

Abraços.

Shibunga

shibunga@opala.com

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04 2013

ESPAÇO VOLKSWAGEN

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A Geração Editorial publica a biografia do grande empresário Wolfgang Sauer, ele esteve na direção geral da Volkswagen do Brasil entre 1973 à 1990, por 17 anos brilhou em sua maneira impar de comandar a maior fábrica de automóveis da  Ámerica do Sul. Em sua gestão foi lider na fusão da Ford e Volkswagen criando a Autolatina.

Com a perda de seu pai aos 4 anos de idade , Sauer teve o apoio de sua mãe para deixar a Alemanhã do pós- guerra, então com 21 anos deu o primeiro passo fora de sua terra natal. Trabalhando em Portugal e depois na Venezuela como funcionário da Bosch, chegando no Brasil em 1961, já com 31 anos de idade.

Já começou na Volkswagen  com fama de visionário, assumindo a diretoria comercial, em seguida assumiu a Presidência, dando a fábrica um novo ritmo imposto por Juscelino Kubitscheck, momento este que impulsionou o país através da industrialização.

Boa leitura a todos!!!

 

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04 2013

FOTO DA SEMANA

VOLKSWAGEN GOL GL 1988

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Parabéns ao proprietário pelo belo carro.

BOA SEMANA A TODOS!!!

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04 2013

SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

INFORMATIVO 04 – 2013 – SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

O atual vilão da carne vermelha

 

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A L-carnitina (um aminoácido que pode ser sintetizado pelo organismo) pode ajudar o corpo a converter gordura em energia. O corpo realiza essa transformação no fígado e rins e estoca nos músculos esqueléticos, coração, cérebro e esperma.

Usualmente, o corpo pode produzir toda a carnitina necessária, contudo, algumas pessoas podem produzir de forma deficiente (devido à falta dos aminoácidos – lisina e metionina – e vitaminas precursoras – C, B6, B3  – ou até mesmo falta do mineral ferro). Há também, aquelas que produzem a carnitina, mas o transporte até os tecidos não é realizado de forma satisfatória à completa utilização desse aminoácido pelos órgãos mencionados. Algumas medicações (usadas pelo portador de deficiência metabólica da L-carnitina) encontram-se ligadas ao desequilíbrio de síntese e utilização.

A L-carnitina tem sido proposta para o tratamento de diversas condições de saúde. A comunidade científica tem considerado a substância como um agente antioxidante; devido ao fato de bloquear a ação dos radicais livres, que podem causar danos às células e “manipular”, negativamente, a síntese do DNA.

Em algumas condições clínicas a carnitina pode ajudar bastante no tratamento. De acordo com a Escola de Medicina da Universidade de Maryland, EUA, em outras condições como fadiga e aumento do desempenho de atletas ela pode não ajudar muito, no entanto, é amplamente encontrada em lojas de suplementação.

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Recentemente, pesquisadores americanos publicaram na revista Nature Medicine um estudo que demonstrou os efeitos maléficos do metabolismo da carnitina na micro-biota intestinal(“floraintestinal”).

Para os autores, o teor de colesterol e gordura saturada presentes na carne vermelha não são suficientes para explicar a relação entre o seu alto consumo e o risco no desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Por isso, o objetivo do estudo  foi investigar a relação entre a microbiota intestinal e o metabolismo da carnitina no desenvolvimento da aterosclerose.

Os pesquisadores examinaram como as bactérias intestinais convertem a L-carnitina em trimetilamina-N-óxido (TMAO), um composto associado com o aumento do risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

A presença de determinadas bactérias nas fezes de seres humanos foi associada à maior concentração plasmática de TMAO e maior consumo de carne. Após os experimentos realizados em ratos, os pesquisadores descobriram que a ingestão crônica de carnitina altera a composição da microbiota intestinal, que propicia a síntese aumentada de TMAO e induz ao desenvolvimento da aterosclerose.

 “A descoberta da ligação entre a ingestão de L-carnitina, composição da microbiota intestinal e o risco no desenvolvimento de doenças cardiovasculares tem amplas implicações relacionadas com a saúde. Os estudos revelaram uma nova via que relaciona a ingestão de carne vermelha com a patogênese da aterosclerose. O papel da microbiota intestinal nesta via sugere novos alvos terapêuticos para a prevenção de doenças cardiovasculares”, foi o que os autores do estudo concluiram.

Caro leitor, você deve estar se perguntando:

O que fazer então, se eu gosto de comer carne vermelha e não quero sofrer um ataque cardíaco?

Consuma PROBIÓTICOS (veja com seu médico – existem vários de excelência nas farmácias), tome um limão espremido com água diariamente, procure mesclar o consumo de carne vermelha com carne branca (peixe, aves) e aumente sua ingestão de água para, no mínimo, 3 Litros/dia. Exercite-se diariamente. Leia rótulos de produtos industrializados e seja seletivo com aquilo que coloca em seu carrinho de compras.

Fontes:

1- http://www.umm.edu/altmed/articles/carnitine-l-000291.htm

2-http://www.nutritotal.com.br/notas_noticias/index.php?acao=bu&id=598

3-http://blogs.estadao.com.br/herton-escobar/cientistas-descobrem-mais-um-vilao-da-carne-vermelha/ 

 

Eng.ª de Alimentos Milla Rúbia Carvalho.

 

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CONHEÇA:  www.alimentosclinicos.com.br

http://alimentosmagistrais.blogspot.com/

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04 2013

CONVITE ENCONTRO DE AUTOS ANTIGOS

ABR 2013 sulbrasileirofusca

Acontecerá dia 28 de abril de 2013 na cidade de Blumenau – SC, a 15ª Edição Sul Brasileiro de Fuscas.

Maiores informações: www.clubedofuscablumenau.com.br

PARTICIPEM!!!

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04 2013

ESPAÇO CLÁUDIO LUGON – BRASÍLIA – DF

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                    Em 1983, a Ford do Brasil apresentou o Escort, nas versões básica, L, GL, Ghia em 2 e 4 portas e o XR3. A versão XR3 tornou-se um ícone de esportividade para uma geração e foi nosso único conversível de série naquela década. O desenho simples e contemporâneo, as linhas do semifastback agradavam. Quanto ao acabamento, o padrão Ford era o diferencial, qualquer que fosse a opção, e o motor era o CHT de 1.6 litros e câmbio de 4 velocidades, com opção entre gasolina e álcool para todos os modelos e no esportivo XR3 apenas álcool.

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                   De todos os modelos Escort, um se tornou objeto de desejo – o Escort conversível. O seu processo de fabricação era caro, mas o produto final era de fato atraente. A Ford fazia a carroceria do carro fechada, remetia-a para a Karmann Ghia onde era transformada, num trabalho bem feito, em conversível; retornava então para a fábrica para ser acabado e comercializado.

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                   O conversível equipado com capota elétrica (acionamento eletro-hidráulico) a partir de 1989, trazia vigia traseiro em vidro, em vez do tradicional plástico flexível transparente,  e era capaz de transportar com relativo conforto dois passageiros no banco de trás. Possuía um porta-malas bastante razoável, 291 litros, enquanto que no modelo fechado a capacidade do porta-malas era de 305 litros.

                   No Brasil foram lançadas apenas as gerações  conhecidas como MK3, MK4, MK5, MK5,5 e MK7.

                   O Ford Escort foi um automóvel criado pela seção da Ford Motor Company Anglo-Germânica.

                   No início da década de 1980, com o advento do “carro mundial”, a ordem era compartilhar projetos e componentes em âmbito global para reduzir custos. Assim, enquanto o Del Rey, para atender ao segmento luxo, derivava do Corcel II a Ford começava no Brasil a concepção de um carro médio-pequeno para preencher uma lacuna abaixo deles: O Escort, que havia sido redesenhado na Europa em 1980. Embora inédito aqui, no Velho Continente o Escort (nome que significa acompanhante ou escolta em inglês) já chegava à terceira geração desde o modelo inicial de 1968, sendo por isso identificado como MK3. Mark ou MK é como os ingleses designam as gerações reestilizadas dos automóveis e, como no Reino Unido sempre foi um fortíssimo mercado para a Ford, essa forma de distinguir as fases de sua historia atravessou o Atlântico e é usada aqui, também por seus admiradores. 

                    O Escort brasileiro foi pioneiro em várias tecnologias, como os amortecedores pressurizados (1986), os de controle eletrônico (Série Formula 1991), o “check-control”, os tanques em polipropileno (1987), o lançamento simultâneo de carros com 2 e 4 portas e a introdução no Brasil do seu modelo XR3 a onda dos “pocket-rockets”, ou pequenos carros com visual esportivo e desempenho melhor do que os demais modelos. O esportivo XR3 passou a ser um dos automóveis nacionais mais cobiçados. A decoração esportiva, composta por faixas e aerofólios, eram o grande atrativo. Quanto a motorização trazia carburador corpo duplo, o coletor, mais esportivo, e seu combustível era apenas o álcool, configuração essa que lhe proporcionava um melhor desempenho.

                   Em 1984, foi eleito pela revista AutoEsporte o Carro do Ano.

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                   No ano de 1985, surge a versão Laser, ele era um Escort XR3 com pequenos detalhes que o diferenciavam dos demais modelos. Seu interior igual do XR3 (a diferença era o filete dos bancos, no XR3 era vermelho e no Laser o filete era azul). Era disponibilizado exclusivamente na cor branca, com rodas aro 14” de aço pintadas de preto, seu desenho tinha um circulo maior e outro menor intercalados, cobertas pelas calotas brancas importadas diretamente da Alemanha, caríssimas, custavam mais do que as rodas de liga e eram difíceis de se encontrar até na rede de concessionárias. Nas laterais traziam um par de filetes (um vermelho e um azul), que antes do final da lateral tinham o nome “LASER” também em azul e vermelho intercalado e o emblema “ESCORT XR3” na tampa do porta malas era azul. Vinha com a inscrição E.XR3-LAS na frente.                           

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                   O esportivo XR3 também foi pioneiro na reintrodução (1985) de um conversível “de fábrica”, versão essa que o Brasil não tinha desde o fim da produção do VW/Karmann Ghia, em 1970.

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                        A versão MK4 começou a ser fabricada em 1986 como modelo 1987 e pode ser considerada uma re-estilização sobre o modelo anterior. Essa mesma geração recebeu em 1989 o motor 1.8 da Volkswagen, da linha AP, o que melhorou muito o desempenho das versões GL (como opcional) Ghia e XR3.

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                   Nesta oportunidade, houve o lançamanto da Série Especial SuperSport conhecida por Benetton, cujos exemplares vinham na cor branca com os frisos externos e nos bancos na cor verde, assim como o emblema traseiro, e foram os primeiros a vir com os pára-choques de plástico na cor do veículo, assim como os retrovisores e corpo dos faróis de milha.

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                    Em 1989, surgia também uma versão especial do Escort L, era a L Série Especial. Era um Escort L com acabamento em tecido xadrez e detalhes como vidros verdes climatizados, pára-brisa laminado, desembaçador traseiro, volante do XR3, teto-solar, contorno lateral dos vidros em grafite, frisos vermelhos nos pára-choques e laterais, calotas, rádio toca-fitas, relógio digital e painel com conta-giros.    

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                   No ano de 1991 foi lançado o modelo LX, basicamente um meio termo entre as versões GL e Ghia, usava o motor AE 1.6, era o mesmo motor CHT usado até 1989, com novo nome de “batismo”.

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                   Nesse mesmo ano (1991), foi lançado o Verona um sedã três-volumes de duas portas com base no Escort. A Volkswagen passava a vender o Apollo, uma variação do Verona, uma das derivações criadas pela Autolatina.                                     

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                   A Versão MK5 foi produzida em 1992 como modelo 1993. Os esportivos XR3 e XR3 conversível receberam o motor 2.0 da VW, da linha AP e, como opcional a referida motorização também foi disponibilizada para o modelo Ghia.

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                   No final de 1993, início de 1994 foi fabricada uma Série Especial do XR3 Cabriolet, chamado “75 Special Edition” ou “75SE” (Edição comemorativa de 75 anos da Ford), de cor preta e champagne caracterizando coloração degradê, equipada com bancos Recaro, retrovisores elétricos, capota elétrica, regulagem de altura do volante e do banco do motorista, além de CD player com equalizador digital e módulo amplificador (instalado pela primeira vez em um carro brasileiro de série no ano de 1993). Este modelo comemorativo teve apenas 175 unidades produzidas, uma para cada revendedora da Ford.

                   No segundo semestre de 1996 a versão conhecida como MK5,5 passou a vir da Argentina apenas com o capô redesenhado e com a grade oval inserida no mesmo.

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                   A última versão MK7 do Escort produzida no Brasil, ficou conhecida popularmente  como Escort Zetec (nome do motor que o equipava), iniciou sua produção em 1996 como modelo 1997. Os modelos MK7 tinham os modernos motores Zetec 1.8 16v de 115 cv sendo capazes de fazer de 0 a 100 em 9,6 segundos e atingir 198 Km/h de velocidade máxima e o Zetec Rocam 1.6 8v de 95 cv, com menor desempenho, mas capaz de fazer média de 12 Km/h na cidade e 16,25 Km/h na estrada (Fonte: Ford Co.). 

                   Conclusão,  estas foram as versões do Ford Escort lançados no Brasil que conquistaram gerações e deixaram ótimas recordações, principalmente no que se refere aos seus charmosos conversíveis.

                   Abraço a todos, e até a próxima…

                   Cláudio Lugon.

                   Fontes de consulta: Livros, enciclopédias, periódicos, revistas e artigos publicados na Internet.

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04 2013

O AUTO E VOCÊ

BLOG GARAGEM DO MÁRDEL PERGUNTA

AO AMIGO

 

Nome:   Marcio Gouvea

Idade:    34 anos

Naturalidade:    São Paulo

Onde Reside:     São Paulo

Profissão: Trabalho com automoveis antigos marca dodge

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1- BGM – Qual é o seu carro antigo preferido?

Dodge sempre!!!!!!!!!!!!!!

2- BGM – Quando criança, qual era sua relação com o carro?

Dodge (…) sempre!!!! Ficar olhando e sonhando em ter um (…) e isso, já com 8 anos de idade (…),  já tinha de ser um dodge.

3- BGM - Qual carro mais marcou sua infância, adolescência e juventude?

Era um Dodge Charger R/T, ano 1975, na cor Vermelho-Azteca, que pertencia a um Sr. da minha cidade, onde morava na época, isso em 1986  na cidade de Fernandópolis-SP… o qual, alguns muitos anos mais tarde, isso em 2003 (…) meu irmão  conseguiu comprar esse carro para mim desse Sr. que o tinha desde quase zero km!

4- BGM – Com que idade aprendeu a dirigir, qual carro e de quem era?

Eu aprendi a dirigir aos 11 anos de idade, em um Fiat 147 do meu paidastro na época.

5- BGM – Qual foi seu primeiro carro, que idade tinha? Fale um pouco dele.

Meu primeiro carro, foi aos 15 anos de idade, um Dodge Dart Copê de Luxo ano 78, no ano de 1993 comprado com meu primeiro 13º salário que recebi na empresa que trabalhava na época de auxiliar de escritório,Viação Cometa S/A (…) foi comprado em um desmanche na zona leste, o desmanche do frança (…)  fui levado lá a conhecer o lugar com um amigo (…) e quando vi, já estava comprando um Dodge (…) foi muito legal! Era um carro bem legal, mais como não tinha todo dinheiro para comprar ele completo, pedi que tirasse o motor!!! Kkkkkkkkkkkkk e assim foi (…) nunca consegui andar com ele (…) e ainda, depois de algum tempo, fui fazer negócio com uns colegas  e eles me roubaram o carro(…) e nunca mais me devolveram (…) coisas da vida! Mais Deus sabe o que faz (…) tenho plena certeza que hoje nenhum deles tem se quer um nada na garagem para andar (…) que Deus cuide deles,  se já  não cuidou, claro (…) porque isso tem pelo menos 20 anos.

6- BGM – Conte algum fato a bordo de um carro que marcou sua vida.

Nossa… isso pode me complicar, mais foi em uma certa ocasião em 1998,  compramos um Dodge Magnum e o carro quebrou quando vinhamos para casa, estavamos longe,  porém com 2 carros (…) e foi que eu fiquei dentro do Dodge quebrado na avenida Ricardo Jafet,  isso já era a noite  e foi quando  vinha passando uma gata, começamos assim do nada a conversar (…), na época era solteiro e ela tinha acabado de brigar com o namorado (segundo ela), conversa vai conversa vem  (kkkkkkkkkk) o outro carro não chegava para me guinchar,  derepente ela começou a falar mal do namorado etc (…) e na boa, comecei a incetivá-la a falar mal do namorado dela (kkkkkkkkkkkkk) e derepente a mulher começou a me beijar (kkkkkkkkk) a coisa foi ficando quente e tals, foi que entramos dentro do Dodge, abaixamos os bancos e começamos a nos pegar (kkkkkkkkkkkkkk)  me lembro que esse Dodge tinha teto solar original (kkkkkkkkk) abri o teto (kkkkkkkkk) e ficamos lá curtindo a noite,  mas tudo acabou com uma boa curtição dentro do Dodge (kkkkkkkkkkkkkkkkkk),  por fim nunca mais nos vimos e ela deu o troco no namorado e eu (kkkkkkkkkkkkk)  feliz para sempre!!!

7- BGM – Que carro atual de uso diário você tem e o que acha dele?

Meu carro de uso diário:  Parati, Dodge Ram e sempre de Dodges.

8- BGM – Como vê o movimento do Antigomobilismo no Brasil?

Eu vejo hoje, um pessoal muito bem unido e qualificado a terem seus carros etc.  Porque preservam os carros, fazem bons encontros e com isso, todo mundo que sonha em ter seu antigo é incentivado ao carinho que os antigomobilistas tem por suas máquinas, esta muito bom mesmo!!! Todos estão de parabéns. Não destruam, restaurem os carros!!!

9- BGM – Participa de algum clube de veiculo antigo? Fale um pouco dele.

Não participo de nenhum clube de carros antigos, só posso dizer, que todos estão de parabéns pelo trabalho empenhado em nos ajudar aqui fora e também, em divulgar as marcas dos seus clubes no intuito de promover nossos amados carros. Estão todos de parabéns! A união faz a força.

10- BGM – Deixe uma mensagem aos amigos antigomobilistas e leitores deste Blog!

Amigos leitores deste blog, agradeço o carinho de todos aqui presente e só posso dizer: Cuidem dos seus carros para que amanhã nossos filhos, neto, etc,  tenham a oportunidade de cuidar deles pra gente! O passado faz o futuro pra mim (…) vamos preservar nossos carros (…) e sempre que puderem, restaurem um carro antigo e dê a chance de futuras gerações terem o que continuar (…)  é só!

Obrigado

MARCIO GOUVEA/GORDO DODGES V8-collection

ABAIXO  FOTOS DOS CARROS DO MÁRCIO

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04 2013

FOTO DA SEMANA

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CHEVETTE HATHC 1979 `

Parabéns ao proprietário pelo belo carro.

BOA SEMANA A TODOS!!!

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ESPAÇO HENRIQUE MORAES – TERESÓPOLIS – RJ

BOAS MANEIRAS EM EXPOSIÇÕES

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                   Já deixei muito claro neste espaço que sou apreciador e freqüentador assíduo dos eventos de automóveis antigos pelo país. Na maioria das vezes como expositor, pois nada melhor do que tirar o antigo da garagem e junto à família, pegar a estrada. Já fui sem a família e, confesso que foi muito ruim, pois olhava para os bancos e sentia um vazio. O gostoso é ficar acordando a “madame” e beliscando os filhos.

                   Sempre me incomodou muito o entendimento do que realmente significa expor e do outro lado visitar um evento. Acho que poderíamos ter um manual de conduta para exposições.

                   De um lado temos os expositores, pessoas que fazem acontecer, embora os astros da festa sejam os carros. Colocar o carro em exposição é saber que existirá  público e entender que a visitação é o termômetro de sucesso do evento. O visitante tem que ser bem tratado. Pensar que geralmente as pessoas vão acompanhadas e que receber bem é fundamental. Boa alimentação, banheiros apropriados e limpos são requisitos mínimos para o sucesso. Como os carros são as “vedetes”, com certeza apresentá-los de forma digna é essencial. Vejo em muitas exposições carros expostos de maneira no mínimo desrespeitosa. Ninguém sai de casa para ver carro sujo, mal cuidado, amassado. Existem exposições que são apropriadas para este perfil, mas na grande maioria dos eventos de carros antigos, não. Inclusive, existem modalidades que englobam e absorvem estes perfis. Os RAT RODS, por exemplo, são maravilhosos, mas feitos neste perfil.

                   Outra coisa que acho absurda é o despreparo e falta de elegância de muitos expositores que largam os carros e nem sequer ficam por perto. Como as exposições são rápidas não há possibilidade de se preparar históricos e apresentações dos carros, por isto, os proprietários precisam ficar por perto, a fim de atender as curiosidades dos visitantes. Isto não significa acampar ao lado do carro. Mas o expositor deve lembrar que ele quis estar ali. Se fosse para ficar tomando cerveja ou uísque, deveria ficar em casa ou no clube. Expor é antes de tudo respeitar o propósito e o visitante.

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                   Lembro de uma vez que fui numa exposição como visitante e tinha uma ferrari exposta. Meus filhos gostariam de ouvir o barulho do motor, mas durante o dia todo o proprietário não apareceu. Soube que ele estava no bar do evento tomando destilado. Ou seja, “destilado” o denominado expositor, do outro lado, bem oposto, o visitante (UMA FRASE VERDADEIRA, COM UM TOM DE BRINCADEIRA NO SIGNIFICADO DA PALAVRA DESTILADO)¹. Fiquei tão chateado que coloquei no comentário da matéria sobre o evento que os carros expostos estavam “acamados”, com diagnósticos de  pneumonia, pois o evento estava congelante, ou seja, lindos carros com expositores errados. Particularmente acho que estar com o público é a melhor coisa do evento. Faço amizade em todos os eventos que freqüento. Fico me dividindo entre os visitantes, os colegas e a família. Nunca meu carro esteve sujo em qualquer exposição. Muitas vezes acordo muito cedo para fazer a limpeza e retoques finais, antes de iniciar a visitação. Muitos expositores reclamam que o evento não foi sucesso, pois a visitação foi ruim, mas muitos são responsáveis diretos do fracasso, pois nada fizeram para cativar o público. Além de desrespeitarem o promotor do evento, que na maioria das vezes tudo fez para realizar o melhor evento.

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                   Falando do outro lado existente, ou seja, dos visitantes, tenho minhas críticas também. As pessoas precisam entender que os carros estão expostos para serem vistos e admirados, mas não para serem tocados e desvalorizados. Cada pessoa tem o seu gosto e história com diferentes carros, mas precisam respeitar as outras pessoas.  Por exemplo, adoro o passat, mas preciso respeitar os que amam e tem história com o opala. Exposição não é só para uma pessoa. É para todos. “O que seria do azul se todos gostassem do amarelo”. 

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                   Não existe nada pior do que ver visitantes mal educados, que colocam as mãos nos carros, ultrapassam limites, mesmo da imaginação e até entram nos carros. Já vi pessoas sentadas no capô do carro tirando fotos. Os carros são peças com valores muitas vezes incalculáveis. Retocar qualquer dano pode significar uma fortuna, além de muito desprazer para o proprietário. Algumas pinturas não aceitam retoques e um pequeno arranhão pode significar a pintura geral de uma peça ou quiçá de um carro inteiro. Entrar no carro é considerado um abuso, nem os mais íntimos têm esta autorização expressa. As partes internas são muito sensíveis e algumas peças não existem no mercado para reposição. As peças antigas, geralmente em plástico, ficam ressecadas e se quebram com muita facilidade. Logicamente que tudo que é pedido com educação merece ser analisado. Existem muitos proprietários de raridades que não colocam seus carros em exposição com receio de acontecimentos que lhe tragam prejuízos. Com isto, quem perde é o público.

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                   Em resumo, precisamos analisar os fatos e lados das coisas, pois a sociedade se estabelece e permanece em relacionamento com o respeito dos direitos e deveres. Devemos ter em consideração todos os princípios básicos que regem a boa convivência. Os visitantes de eventos precisam entender que expor carro antigo não é uma atividade remunerada, mas sim um prazer que acomete os expositores apaixonados. Mas, considero que o lado mais pesado da moeda é o expositor, que precisa se posicionar corretamente. Expor carro antigo é deixar de lado a vaidade e colocar sua paixão a serviço do verdadeiro público, que merece todo respeito que se possa dispensar.

                   Promover eventos é assumir que existe uma moeda com dois lados opostos que são partes fundamentais do processo: o expositor e o público visitante. Uma moeda que precisa ficar de pé. Ou seja, o promotor, seja clube, ou pessoa física, é o eixo que deixa esta moeda equilibrada, girando sobre o próprio eixo. Sobre esta terceira pessoa, com suas atribuições, direitos e deveres, falarei em outra oportunidade.

                   Vamos aproveitar que a temporada de belos eventos está começando e colocar as dicas em prática. Com certeza, teremos eventos maravilhosos.

                   Espero que o texto tenha sido educativo, ou próximo de tal. Podem ter certeza que muitos expositores e visitantes já passaram pelo que descrevo. Muitos prometem nunca mais voltar a tal evento. Eu mesmo sou um.

                   Seja como expositor ou visitante uma dica: para ser mal tratado fique em casa, onde será bem acolhido. É assim que eu faço!

¹ certa vez me mandaram um e-mail com algumas respostas dadas no ENEM (pérolas do ENEM) e uma delas era exatamente sobre o significado da palavra destilado e responderam com o seguinte exemplo: “se eu fizer uma risca no chão e for para aquele lado, estarei daquele lado. Se eu vier para este lado, estarei destilado”. Coisas do Brasil e da internet. Só rindo mesmo!

 Saudações a todos!

 HENRIQUE MORAES

 

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04 2013

ÁGUAS DE LINDÓIA 2013

48dias

Contagem regressiva para Águas de Lindóia, com certeza a festa será como sempre um brilho para os olhos dos amantes do antigomobilismo.

Encontrar velhos amigos e fazer novos é o motivo principal desta  grande festa, os carros, claro que não poderiam deixar de estar, pois é a nossa maior paixão!

Enfim como é bom ser um antigomobilista, como é bom contar os dias para o próximo evento, como é bom cultivar os velhos amigos e os novos também, como é bom comprar umas pecinhas, como é bom acordar e dormir por 4 dias só pensando em carros antigos, como é bom e faz bem, encontar os amigos e ficar jogando conversas fora e dando boas risadas!

Resumindo, isso ai  é  Águas de Lindóia!!!

Estarei a bordo do meu Opala Diplomata 86 cupê. 

Até lá, se DEUS quiser.

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04 2013

PERDIDOS NO TEMPO

FORD ESCORT XR3 1992

ford escort xr3 guara 1 df ronaldo zanetti

É uma pena a situação deste raro modelo esportivo Escort, a  foto mostra a integridade dos detalhes e conservação. Não deveria estar largado nesta situação, pois a cada dia estará mais comprometido sua conservação.

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04 2013