Arquivos da Categoria: ‘ESPAÇO VOLKSWAGEN’

ESPAÇO VOLKSWAGEN

21

09 2017

ESPAÇO VOLKSWAGEN

<center>

21

02 2017

ESPAÇO VOLKSWAGEN

21

12 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

21

11 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

Reportagem do Fusca do Dr Reinaldo Abrahão, exemplar com volante do lado direito!

21

10 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

O fim de um ícone da industria automobilistica mundial, o último Fusca produzido no mundo, VW Sedan Ultima Edição – México – Julho 2003.

21

09 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

<center>

21

07 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

CAMPANHA DE LANÇAMENTO DO GOL GTI

21

06 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

FABRICAÇÃO DE UM VOLKSWAGEN

21

03 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

21

02 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

21

01 2016

ESPAÇO VOLKSWAGEN

Sensacional esta coleção do Sr. Francisco Varca Júnior, vale muito ver o vídeo, quanta dedicação!

21

12 2015

ESPAÇO VOLKSWAGEN

21

09 2015

ESPAÇO VOLKSWAGEN

21

05 2015

ESPAÇO VOLKSWAGEN

18j5026m0hnd4jpg-620x349

Em 1969, Emerson Fittipaldi deixou o Brasil para iniciar sua carreira na Europa. Depois de disputar algumas corridas de Fórmula Ford e vencer um campeonato de Fórmula 3, ele voltou ao Brasil para curtir as férias sob o sol dos trópicos. Seu irmão Wilson tinha ficado por aqui cuidando dos negócios da dupla, que incluíam volantes esportivos e até carros de Fórmula Vee.

Durante sua estada no Brasil, Emerson pretendia participar de uma grande prova que estava prevista para novembro daquele ano, os 1.000 Quilômetros da Guanabara. Contudo alguns meses antes da prova a equipe Fittipaldi ainda não tinha um carro para encarar o grid, que seria formado por grandes bólidos como o Ford GT40, o Lola T70, e o Alfa T33 (abaixo, com José Carlos Pace).

item-99993-620x409

Na verdade, eles tinham um carro: um Fusca — que não era exatamente o que alguém pensaria em colocar na pista ao lado destes carros. A menos que esse alguém fossem os irmãos Fittipaldi e seus companheiros Ary Leber, Nelson Brizzi e Ricardo Divila (que hoje trabalha para a Nismo). Primeiro eles pensaram em alguma forma de preparar o motor original — um 1.300 de 46 cv — com kits de aumento de cilindrada, comandos especiais etc., mas ele dificilmente passaria dos 200 cv.

Foi lendo uma revista americana sobre arrancadas que Ary Leber teve a ideia: juntar dois motores preparados para embalar o besouro com peso aliviado. A equipe se empolgou com a ideia, afinal, um Fusca com cerca de 500 kg embalado por dois motores de 200 cv cada poderia ser bastante para fazer frente à concorrência.

Nelson Brizzi chefiou o projeto, Ary Leber deu um jeito na carroceria de fibra, Ricardo Divila se encarregou do chassi e da suspensão. Como não havia muito tempo até a corrida, e por isso o carro foi feito à base de rascunhos.

Raio-X-do-Fitti-VW-620x448

Fitti-VW-novo2-509x620

O chassi foi cortado e ganhou um tubo central para ancorar um chassi tubular que sustentava o novo motor “flat-8″, e a suspensão traseira de Fórmula Vê — que tornariam  Fusca mais apto a fazer curvas em alta velocidade. Nesse tubo também foi ancorada a gaiola que formava a cabine do Fusca.

Os motores foram unidos pelo virabrequim por meio de uma junta elástica Giubo tirada do cardã do FNM/Alfa 2000. Cada motor usou kits Okrasa (atual Oettinger) importados para aumentar o deslocamento para 2,2 litros cada e a potência chegou a 400 cv queimando metanol. O câmbio veio de um Porsche 550/1500 RS, assim como os freios a tambor (!) e todo o conjunto de direção.

A carroceria foi feita de fibra pela Glasspac e ficou bem fina e leve, com apenas 17 kg. Toda a parte traseira se abria para cima como nos protótipos de corrida para acessar melhor o motor. O para-brisa foi inclinado para formar um “teto falso” que formava uma espécie de caixa de ar para arrefecer o motor. No total, o carro pesava 420 kg, o que deu uma relação peso / potência de praticamente 1 kg / cv — melhor que a maioria dos carros do grid.

AC-comendo-um-Lola-e-o-Fitt-620x394

Em menos de um mês o carro ficou pronto e fez os primeiros testes em novembro de 1969 em Interlagos. De lá, ele foi direto para os treinos de classificação para os 1.000 Km da Guanabara, no Rio de Janeiro, e conseguiu o terceiro melhor tempo. Ficou atrás somente do Alfa Romeo P-33 V8 de José Carlos Pace, e do Ford GT40 de Sidney Cardoso. Nada mau para um Fusca.

Foto-12-620x331

Fitti-VW-novo

Na corrida ele manteve a terceira posição durante toda a primeira hora, mas uma quebra de câmbio o tirou da prova. O carro voltou a correr um ano depois, em novembro de 1970, em uma prova disputada ao redor do estádio Mineirão em Belo Horizonte (MG), mas também abandonou a corrida devido a uma quebra. Desta vez foi a junta que unia os motores.

Wilson Fittipaldi chegou a correr mais algumas vezes com o Fusca, mas acabou o vendendo. O dono seguinte desmontou um dos motores, mas não conseguiu bons resultados e o vendeu também. O Fusca então virou decoração de uma escola de pilotagem em São Paulo e depois nunca mais foi visto. Deixou apenas fotos e uma réplica em escala 1:1 feita recentemente por um fã.

*Fonte: Leonardo Contesine

21

01 2015

ESPAÇO VOLKSWAGEN

https://www.youtube.com/watch?v=8JGcg0J66d8

Muito legal está homenagem ao Natal pela linha Volkswagen a ar, vale a pena assistir!

21

12 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

TRÊS VOLTA AO MUNDO A BORDO DE UM FUSCA

fusca-620x349

Em 1951, o jovem Wolfgang Paul Loofs foi um dos milhares de alemães que emigraram do país para escapar da ocupação russa, estabelecida em 1949. Com um irmão morto na guerra e uma irmã desaparecida em um campo de concentração, ele não pensou duas vezes quando viu que o Canadá precisava de mineradores na cidade de Trail, na fronteira com os EUA: se inscreveu para trabalhar no Novo Mundo.

Foi na Inglaterra, como intercambista (um dos primeiros estudantes de intercâmbio no país) que ele soube que os canadenses precisavam de mão de obra e, já que estava fora da Alemanha e não tinha muito a perder, ele acabou pegando um navio.

Em pouco tempo ele já não estava arrancando minérios, e sim os analisando em um laboratório. Dedicado, em 1957 Loofs já era um cidadão canadense e conseguiu comprar um Fusca 1955 — semi novo, muito bem conservado. Foi o carro que mudou sua vida — na verdade, as coisas mudavam sempre muito rápido na vida de Loofs, o que contrasta muito com sua personalidade calma, de fala lenta e tranquilizadora.

Naquele mesmo ano, Loofs descobriu que um de seus irmãos, que havia sobrevivido à guerra, foi trabalhar com uma equipe de filmagem na Terra do Fogo — o arquipélago no extremo sul do planeta. E então, ele decidiu que iria visitar seu irmão na América do Sul. Como ele faria isto? Dirigindo, claro!

Wolfgang Paul Loofs partiu no dia dois de 1957 e rumou ao sul. Atravessou os EUA, a América Central e a América do Sul — muitas vezes, por lugares que não tinham nem estradas. Contudo, o Fusca era — nas palavras dele — um carro relativamente barato de comprar e manter, e simples também, o que o fez colocar à prova seus dotes de mecânica e aperfeiçoá-lo. O fato de o motor ser refrigerado a ar ajudava, também, pois não foram poucas as vezes em que ele mal conseguia água para beber — imagine para colocar em um radiador!

oncemore-1-620x347

A primeira viagem durou 196 dias e consistiu em 61.000 km, dos quais 42.000 foram percorridos sobre terra e 19.000 pela água — ou a distância de uma volta ao mundo e meia. As viagens pela água foram em balsas, para atravessar rios e canais, e também pelo Atlântico, pois Loof decidiu visitar a família na Europa.

Em cada uma de suas aventuras, Loofs dava um nome ao Fusca 1955 — nesta primeira, sem saber direito como seriam as coisas e sabendo que viajaria por vários países que falavam espanhol, ele chamou o carro de Fe en Dios, ou “Fé em Deus”.

oncemore-3-620x323

A segunda viagem foi até a África e, novamente, Loofs fez questão de cumprir boa parte do trajeto por terra. Partindo em 1961, ele viajou por 183 dias e percorreu 60,8 mil km — velejando dos EUA, atravessando o continente africano de carro, velejando para a Austrália, atravessando o continente de carro (de novo) e velejando de volta à América do Norte. Desta vez o carro foi batizado de Malgré Tout, ou “Apesar de Tudo” em francês.

Paul pegou gosto pela coisa e decidiu viajar de novo em dezembro de 1966 — e, sabiamente, batizou o carro de Once More, ou “Mais uma Vez” em inglês. Ele saiu de São Francisco de barco e dirigiu por todo o sudeste da Ásia, atravessou o Oriente Médio e a Europa e velejou para Montreal, no Canadá. Foram 63,5 mil km em 172 dias.

As rotas das três viagens de Paul

Ele nunca foi um cara rico e, nas três viagens, decidiu gastar o mínimo possível. Os reparos no carro eram quase todos realizados por ele mesmo, o pouco dinheiro que tinha era usado para comer e, em vez de gastar com hospedagem, Loofs transformou o Fusca em sua casa sobre rodas. Agora, se o Fusca mal tem espaço para uma família de quatro pessoas, como alguém poderia morar nele por tanto tempo?

Não foi tão difícil: depois de se convencer que podia morar em um Volkswagen fabricado em 1955, Paul tirou o banco do carona e o banco traseiro para dar lugar a um colchonete, seus pertences e um fogão portátil. Ele não precisou de muito mais que isso para se tornar um dos homens mais viajados do mundo — e cheio de histórias para contar, como pode ser visto no vídeo abaixo, feito pela Volkswagen do Canadá e lançado em dezembro de 2013. É o tipo de coisa que você precisa assistir para entender.

Depois de viajar com o carro por tanto tempo, Paul vendeu o carro de volta para a Volkswagen por meros US$ 110, e os direitos de imagem por mais US$ 25. A marca levou o carro para diversas concessionárias pelos EUA até 1973, quando foi vendido a um novo dono, que o vendeu para um empreiteiro canadense chamado Emmanuel Thuillier, morador de Ontario, em 2010.

oncemore-1-620x348

oncemore-2-620x348

A Volkswagen conseguiu rastrear Thuillier e, em junho do ano passado, promoveu o reencontro entre Paul e seu Fusca. Ao entrar no carro pela primeira vez em mais de quarenta anos e colocar as mãos sobre o volante, ele só disse “preciso sair daqui antes que comece a chorar” — e riu. É o tipo de coisa que se pode esperar de um cara que atravessou o mundo e morou em um Fusca por quase dez anos, não é?

*Créditos: Dalmo Hernandes

21

11 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

BELO FILME SOBRE A PRODUÇÃO DO ÚLTIMO FUSCA NO MÉXICO
 

21

10 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

sp272_01 

Em 1972, chegariam às concessionárias dois modelos que iriam revolucionar o mercado brasileiro: o SP1 e o SP2, que traziam design esportivo e ousado, sem abrir mão da funcionalidade. Eram modelos esportivos e com detalhes exclusivos para a época, como instrumentos integrados ao painel e bancos esportivos forrados com couro.

manual+vw+sp1+sp2+1972+sao+paulo+sp+brasil__370E3B_1

Até hoje, o SP1 (motor 1.6l) e o SP2 (motor 1.7l) são reconhecidos por antigomobilistas como alguns dos modelos mais belos da história da Volkswagen.

21

09 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

KOMBI EDIÇÃO 50 ANOS LANÇADA EM 2007

 

kombi1024

Em comemoração aos 50 anos de fabricação da Kombi completados em 2007 , a Volkswagen lançou uma série especial limitada em apenas 50 unidades de um modelo com pintura retrô, com aparência semelhante ao modelo vendido em 1957.

O principal destaque da linha retrô é pintura original, nas cores vermelho e branco e nas rodas em chapa com pintura branca, que já se tornou um referência das Kombis clássicas. O modelo também tem logos comemorativos desta versão na traseira e nas portas. Completando o visual, as luzes do farol possuem lentes claras e lanternas traseiras escurecidas.

No acabamento interno, a Kombi 50 traz novos revestimentos no interior, vidros verdes, os quais nas laterais são corrediços e térmico no vidro traseiro. O motor continua o mesmo 1.4 de 76 cavalos. Os cinqüenta compradores da edição comemorativa leva para casa uma outra perua, ou seja, uma réplica em miniatura da primeira Kombi produzida na país.

21

08 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

A ÚLTIMA PARATI FABRICADA

 

 facebook 1406258161309

Um clássico da Volkswagen do Brasil,  assim será a Parati daqui à alguns anos.  Na foto o momento em que a última Station Wagon mais querida país, a VW Parati , na geração 4, Surf,  equipada com o motor EA-827 de 1600cm3 deixou de ser fabricada!

25

07 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

TRABALHO, DEDICAÇÃO E  CARINHO TORNAM EXCLUSIVO ESTE FUSCA.

fusca madeira 03

Momir Bojic, de 71 anos de idade, foi fotografado guiando seu Fusca conversível feito todo em madeira.

O homem, que vive na Bósnia, criou seu carro diferente com mais de 50 mil pedaços de carvalho para garantir que o automóvel ficasse firme e seguro.

Para a criação do Fusca diferente, Bojic gastou dois anos de trabalho.

A exclusividade é atestada pelo tanto que chama atenção por anda passa, parabéns!

fusca madeira 02

fusca madeira 01

fusca madeira 16

fusca madeira 05

fusca madeira 06

fusca madeira 07

fusca madeira 08

fusca madeira 09

fusca madeira 10

fusca madeira 11

fusca madeira 12

fusca madeira 13

fusca madeira 14

22

05 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

EXCELENTE VÍDEO DE DESPEDIDA DA NOSSA VELHA KOMBI

22

04 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

GARAGEM DOS SONHOS

 

3 9

Marco Antonio Pereira Alonso nunca imaginou que pudesse se apaixonar por Fusca. Freqüentador assíduo de encontros de carros antigos, ele percebeu que em todos os eventos havia sempre uma epidemia do modelo. O fato acabou chamando sua atenção e acabou também despertando nele uma compulsão por comprar o sedan alemão.  

6 6

1 16

Empolgado, Alonso lembra no começo que seu primeiro Fusca, ano 1954, foi adquirido após efetuar a troca por um Karmann Guia. “O Fusca ficou preso na alfândega durante 30 anos. Adquirido em um leilão, o carro foi entregue a um pedreiro como forma de pagamento por um serviço. Como o automóvel não funcionava, ele resolveu vendê-lo para um amigo, que por fim negociou comigo”, comenta Alonso.

Adquirido como um carro comum e não uma raridade, o veículo com apenas 3.000 km rodados era praticamente zero, entretanto, devido à falta de uso, o motor não funcionava. Isso não foi motivo para que Alonso desistisse.
Dez anos se passaram desde a primeira compra. Atualmente, ele possui 22 besouros. Nove encontram-se abrigados em uma garagem. Os outros ainda não foram restaurados, mas logo estarão disputando espaço ao lado dos demais.
No local é possível encontrar modelos variados, principalmente dos anos 50. Raridades suficientes para transformar a garagem no sonho  de muito “fuscamaníaco”.

Relíquias
Logo na entrada nos deparamos com o apelidado “esfria saco”. O modelo 1951, fabricado por um pequeno período, vem com uma entrada de ar localizada à frente da coluna dianteira, que é responsável por fazer a refrigeração interna do veículo. Com o forte frio da Europa, o acessório não teve muito sucesso e foi retirado da linha de produção.
Em seguida avistamos o Zwitter, ano 1953. Na tonalidade verde, o “carro” apresenta vidro traseiro bipartido e sinaleiras laterais intituladas de bananinhas, que acompanharam os modelos até 1960. Seu irmão, desenvolvido logo em seguida, também faz parte da coleção. O grande diferencial entre os dois fica por conta do vidro traseiro, que nessa versão se apresenta no formato oval.

O 1954, primeiro habitante da garagem, apresenta vidro traseiro oval, teto solar de três dobras e uma curiosidade: o carro desembarcou no Brasil pintado de marrom metálico, uma cor exclusiva e que não fazia parte das disponíveis pela montadora na época. Quem o importou fez um pedido especial de pintura, tornando-o ainda mais exclusivo.

Entre todos os Fuscas, existe um que nunca é lavado. Coisa de colecionador. Apelidado de sujinho, o Sedan 1955 na cor azul e vidro oval foi adquirido em Santos. O veículo, dado de presente aos filhos de seu antigo dono, não agradou e foi colocado à venda. Logo, Alonso não perdeu tempo e comprou o carro, arrumando-lhe um espaço na garagem.

Vindo de Anápolis, um outro sedan, este de 1966, possui vidros com medidas maiores que o nosso nacional. Além disso, o pára-brisa dianteiro é abaulado, ou seja, foi confeccionado com uma ligeira curva, diferente dos nacionais fabricados com vidros retos. Abandonado, servia de abrigo a roedores e, ao contrário do Fusca anterior, sempre passa por boas lavadas.

9 3

Já um conversível 1959, totalmente original alemão, antes de chegar ao seu novo endereço demorou três anos para ser restaurado. Sua grande característica é que ele disponibiliza as bananinhas, localizadas em sua coluna, item que na época não foi autorizado pelo nosso país para veículos do mesmo modelo que chegaram via exportação.         

Fechando a apresentação, daqueles que já estão prontos, existe ainda o 1986, cuja empresa Sulan, sob licença da Volkswagen, transformou em um belo conversível.

No aguardo para fazer parte desse lugar cheio de histórias estão alguns modelos dos anos 50, 51, 53, 56, 59, 63 e 64.

untitled 6

Originalidade
Durante todo esse tempo, Alonso aprendeu a respeitar cada detalhe da vida de seus carros e hoje é grande admirador da aparência desgastada que alguns apresentam. Segundo ele, existem traços que devem ser mantidos para que o veículo não perca o encanto.
Na garagem os estilos dividem o espaço e proporcionam nostalgia ao lugar. Para completar sua coleção faltam apenas dois exemplares: o modelo 57 e o 58. Mas, segundo Alonso, logo eles aparecem.

Respeitado e conhecido no meio dos amantes do Fusca, o colecionador compartilha idéias, informações e faz questão de passar referências dos carros para quem necessita. Coisa que não teve quando começou.
Em julho deste ano o fanático colecionador resolveu conhecer o país onde tudo teve início. Participou, como visitante, do Encontro de Bad Camberg, na Alemanha, considerado um dos melhores eventos de Fusca do mundo. Deslumbrado, não sabia o que olhar primeiro. “Quando me deparei com toda aquela fartura de peças e carros, eu me senti na própria Fuscalândia”, brinca.

2 11

5 4

8 6

10 3

Para o futuro, a idéia é montar um museu onde exista rotatividade. Além de receber seus próprios carros, também daria oportunidade de exposição a outros aficionados pelo sedan alemão. Assim todos contribuirão para que essa história nunca termine. Agora é só esperar.  

*Matéria publicada no site www.streetcustoms.com.br

22

03 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

ÚLTIMO LOTE DE 99 KOMBIS EXPORTADAS PARA O REINO UNIDO

 

004 2

A nossa velha Kombi também tinha público fiel no exterior. A fabricante de trailers Danbury, sediada no Reino Unido, importou o último lote com 99 unidades da Kombi – lá conhecida como Type 2 – as que transformará em trailers, sua especialidade. O preço de cada uma poderá passar de 35.000 libras, equivalente a quase R$ 140 mil.

005 1

001

A empresa, sediada em Bristol, garante que 20 unidades deste último lote já foram vendidas. Existe um público fiel por trás, entusiasmado para ter um trailer novo idêntico ao que existia há 60 anos e viajar pela Europa. O fato de usar o mesmo motor que o Fox utilizou na Europa também anima os entusiastas. Há demanda pelo modelo a ponto da Danbury também trabalhar com trailers usados. 

Dentro dos galpões da empresa a Kombi é praticamente desmontada por completo para ter seus volante e pedais instalados do lado direito e receber o recheio: assentos que se transformam em cama, fogão, forno, pia, frigobar, mesa retrátil e até vaso sanitário! Isso sem contar com sistema de iluminação e som. O teto também pode se transformar em cama. 

003 1

002 1

A produção da Type 2 no Reino Unido foi encerrada em 1967, e de 1994 até dezembro de 2013 ela era produzia apenas no Brasil. A Danbury também realiza transformações na T5 (Transporter), tataraneta da Kombi que ainda é produzida na Europa, no Volkswagen Caddy e no Fiat Dobló.

22

02 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

BRASIL VIRA OFICINA DE RESTAURAÇÃO DE KOMBIS PARA EUROPA

 

2 9

1 14

3 7

Com o final da  produção de um dos veículos símbolos da Volkswagen, a Kombi, tem seus dias contados no mundo, mas sua presença nas estradas europeias está assegurada graças ao Brasil, destinado a se tornar sua “oficina” de restauração, após a escassez da “caminhonete hippie” no Velho Continente.

Enquanto na Europa a Kombi deixou de ser produzida no final da década de 70, no Brasil, onde ela foi fabricada até o dia 31 de dezembro de 2013, o uso deste modelo continua sendo habitual, o que levou muitos de seus amantes europeus a serem obrigados a atravessar o oceano à busca de um exemplar.

Com 20 anos de experiência, mais de uma centena de Kombis reparadas e uma grande paixão por seu trabalho, o brasileiro Alexandre Rizzo guarda em sua garagem cerca de 15 veículos resgatados do esquecimento e que agora esperam ser restauradas para viajar até a Europa.

“O reconhecimento de uma Kombi na Europa é muito maior do que no Brasil. Ali você pode comprar um Ferrari se quiser, mas não uma Kombi, por isso ela tem tanto valor”, declarou à Agência Efe Rizzo, opinando que “mais do que uma paixão” por parte dos europeus, há um desejo de querer “se destacar dos demais”.

Em sua oficina principal, situada em um humilde bairro da zona oeste de São Paulo, Rizzo, com a ajuda de sua mulher e dois funcionários, restaura uma a uma as peças das Kombis, um processo que costuma demorar entre dois e seis meses, dependendo do estado no qual o veículo se encontre e as exigências de seu cliente.

As quatro Kombis que Rizzo está reparando agora, todas elas fabricadas antes de 1975, têm como destino Alemanha, França e Itália, onde se encontram 90% de seus clientes, a maioria com “alto poder aquisitivo”, perfil diferenciado daquele do comprador brasileiro, explicou.

A dedicação que cada veículo requer e o aumento do número de pedidos procedentes da Europa levaram Rizzo a ter uma lista de espera de até um ano, e por isso ele prefere deixar o “assunto” do preço para falar diretamente com seus clientes.

Apesar disso, por enquanto ele não pensa em ampliar o negócio, já que, segundo explicou, prefere poder continuar se dedicando a sua família e apostando na “qualidade” e “exclusividade de seus serviços” a aumentar sua renda.

“Sou apaixonado pelo que faço. Além do dinheiro, para mim isto é uma paixão. Há uma convivência com a restauração, peça a peça. Prefiro o trabalho artesanal ao industrial”, destacou.

Das mais de cem Kombis que restaurou, Rizzo lembra com especial nostalgia o trabalho com uma antiga ambulância de teto duplo da qual, durante nove meses, mudou uma a uma todas as suas peças.

A ambulância, um “capricho pessoal” do próprio Rizzo, acabou nas mãos de um empresário que ofereceu um “alto preço” por ela.

“Comercialmente era importante para mim, mas sentimentalmente foi muito triste. Não sei se vou substituir algum dia aquela Kombi”, lamentou.

Embora os pedidos cheguem essencialmente da Europa, onde comprar uma Kombi é uma tarefa difícil, Rizzo acredita que o anúncio do fim da linha de produção no Brasil, último país do mundo a fabricar o modelo, aumentará a demanda dos brasileiros.

“Antes da notícia do fim da produção a demanda já era alta na Europa. Mas quando ela deixar de ser produzida por aqui aumentará o interesse das pessoas no Brasil, sua demanda vai crescer e portanto seu valor”, previu.

Entre a alta no número de pedidos e o anúncio do fim da produção mundial de Kombis, Rizzo já prepara seu próximo projeto: criar uma linha de restauração de estética “surfista” e “hippie”, uma ideia que já definiu com a reparação de uma Kombi totalmente rosa destinada à venda ambulante.

*Fonte: Uol internet.

22

01 2014

ESPAÇO VOLKSWAGEN

asklakLsak

Esta não é uma Last Edition, mas se trata da última Kombi fabricada no mundo, imagina o valor que a mesma terá daqui alguns anos, espero que caia nas mãos de algum colecionador!!!

22

12 2013

ESPAÇO VOLKSWAGEN

mega1

Em comemoração aos 60 anos de Brasil, a Volkswagen abriu as portas da fábrica de automóveis na via Anchieta  (São Bernado do Campo – SP)  para  seus colaboradores e famíliares. O evento premiou mais de 25 mil pessoas com esta visita em suas instalações, onde os visitantes puderam conhecer desde a linha de montagem, seções de peças e pátio de estoque, além de diversas atrações interativas.

mega2

VOLKS fabrica fox

mega3

Lá estavam expostos vários modelos atuais, além é claro de modelos que tiveram sua fabricação paralizada a tempos. Foi reservada uma ala especial para a Kombi, prova do carinho que o carro desperta em seu fabricante e funcionários.

mega9

mega23

 

22

11 2013

ESPAÇO VOLKSWAGEN

20130920202637 20130920202637 new bicho milton nunes

Milton Nunes sempre quis ter um Beetle, a versão moderna do Fusca. Sem possuir dinheiro pra comprá-lo, ele colocou a mão na massa – literalmente. E, a partir de um Fusca, construiu seu próprio Beetle. Pintado num amarelo que brilha nos olhos no solzão de Fortaleza, há 10 anos esse carrinho diferente chama a atenção nas ruas da cidade.

O Tribuna do Ceará se encontrou com Milton numa praça do Dionísio Torres. E, logo de cara, pôde presenciar o interesse que o carro desperta nas pessoas. “Uma vez, um homem num carro importado parou ao meu lado e me disse: ‘O teu é mais bonito que o meu’. E eu respondi: ‘Eu sei!’”, diverte-se o criador, músico e desenhista de profissão.

Sua invenção tem nome e tudo. É o “New Bicho”, um trocadilho para New Beetle. Tudo nasceu no papel, onde Milton projetou a criação. Durante dois anos, ele próprio trabalhou em seu Fusca 1986, em oficinas de amigos. A lataria foi toda remodelada, em fibra de vidro. Concluído em 2003, o carro ficou parecido mesmo com o Beetle.

20130920202556 20130920202556 new bicho destaque 300x22

O investimento superou – e muito! – o preço original. Milton comprou o veículo por R$ 3 mil, em 2001. No processo, ele investiu cerca de R$ 8 mil para deixá-lo como ficou. “Já me ofereceram R$ 15 mil nele, mas não quis”, garante. Pelo New Bicho há um afeto que não se compra. “Esse carro não tem preço”.

O músico e desenhista Milton Nunes investiu R$ 8 mil para fazer seu Fusca 1986 ficar com o jeitão de um Beetle.

20130920202912 20130920202912 new bicho comparacao

Todo esse carinho não impediu, porém, que Milton buscasse um substituto. Passada uma década da conclusão de seu Beetle alternativo, o inventor agora trabalha em novo projeto: um modelo conversível, que será produzido a partir de um Fusca 1985. “Os gastos vão ser parecidos com o do primeiro carro”, estima.

A nova criação já tem nome: “Fuster”, combinação de Fusca com Roadster (carro esportivo). Ainda não há prazo para o término da obra. “Vou fazendo aos poucos”, conta Milton, de 67 anos. Viúvo duas vezes, ele nunca conseguiu convencer as mulheres ou a filha a serem tão fãs de Fusquinha. “Se eu ganhasse um carro zero quilômetro, vendia pra terminar meu Beetle”, assegura. Com esse dinheiro, daria pra montar uma coleção de New Bichos

Fonte: Tribuna do Ceará.

22

10 2013

ESPAÇO VOLKSWAGEN

CONCESSIONÁRIO VOLKSWAGEN FECHADO DESDE 2002, GUARDA CARROS ANTIGOS ZERO QUILÔMETRO, ESTOQUES DE PEÇAS E TODO O MOBILIÁRIO DA ÉPOCA.

 

As fotos de uma concessionária Volkswagen fechada há mais de dez anos chamaram a atenção nos últimos dias. Localizada em Estrela (RS), a revenda Comercial Gaúcha Covipa não abre as portas para o público desde 2002, mas é cuidada com esmero por seu proprietário, que transformou o local em uma espécie de museu fechado. Veja as imagens impressionantes da loja,  de seus carros zero-quilômetro, seção de peças e todo o mobiliário.

 

19 00 59 874 file

19 00 59 817 file

19 00 59 647 file

19 00 59 589 file

19 00 59 545 file

19 00 57 559 file

19 00 57 503 file

19 00 59 699 file

19 00 59 753 file

19 00 59 488 file

19 00 59 433 file

19 00 59 370 file

19 00 59 311 file

19 00 59 246 file

19 00 59 191 file

19 00 58 563 file

19 00 59 135 file

19 00 59 66 file

19 00 59 6 file

19 00 58 943 file

19 00 58 890 file

19 00 57 803 file

19 00 57 435 file

19 00 57 736 file

19 00 57 852 file

 19 00 57 971 file

19 00 58 172 file

19 00 58 226 file

19 00 58 674 file

19 00 58 829 file

19 00 58 732 file

19 00 58 786 file

19 00 57 676 file

19 00 58 31 file

19 00 58 474 file

19 00 58 615 file

19 00 58 94 file

19 00 58 356 file

19 00 57 909 file

19 00 58 418 file

Fonte:  R7 Notícias.

 

22

09 2013